quinta-feira, 25 de setembro de 2014

FORA A DITADURA DA VIOLÊNCIA!

Ao procurarmos o significado da palavra DITADURA no dicionário encontraremos:

“Ditadura é um regime governamental onde todos os poderes do Estado estão concentrados em um indivíduo, um grupo ou um partido. O ditador não admite oposição a seus atos e ideias, possui poder e autoridade absoluta. É um regime antidemocrático onde não existe a participação da população.

Nos regimes democráticos, o poder é dividido entre Legislativo, Executivo e o Judiciário, já na ditadura, não há essa divisão, ficam todos os poderes apenas em uma instância. A ditadura possui também vários aspectos de regimes de governo totalitários, ou seja, quando o Estado fica na mão apenas de uma pessoa. Geralmente, a ditadura é implantada através de um golpe de estado.”

Se fizermos uma analogia, podemos chegar a conclusão de que vivemos numa DITADURA DA VIOLÊNCIA, ou seja, na atual conjuntura em que vivemos imperam absolutas, as forças da violência contra uma população indefesa.

Hoje a violência é um dos principais problemas que atinge a população brasileira. E muitas pessoas com medo acabam ficando presas em suas próprias casas.



Voltando ao dicionário, ele define VIOLÊNCIA como o constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer um ato qualquer, veemência, abuso da força, tirania, opressão. O Brasil é considerado um dos países mais violentos do mundo!



A violência se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.



Com 3% da população mundial o Brasil concentra 9% dos homicídios cometidos no planeta; Os homicídios por sua vez, cresceram 29% na década passada e entre os jovens esse crescimento foi de 48%.



Os principais fatores que desencadeiam a violência no Brasil têm sido a desigualdade social, o desemprego, a miséria e a fome. Além desses, também devemos levar em consideração outros fatores como a precariedade do sistema educacional, saúde, habitacional etc. Todos esses, contribuem para gerar uma insatisfação, sensação de injustiça e impunidade, que na maioria das vezes se tornam um gatilho para a prática de algum tipo de violência.



Combater a violência através de medidas repressivas é tema que ainda provoca muita polêmica. Acredita-se que a violência tem de ser atacada “em suas raízes”: a miséria, a pobreza, a má distribuição de renda, o desemprego. Investir em policiamento e na repressão ao crime só serviria para “gerar mais violência”.



Em Salvador/Ba, esta realidade não poderia ser diferente, nos últimos tempos temos presenciado e vivenciado cenas terríveis que mais parecem cenas de guerra. São assassinatos dos mais variados e das piores formas, roubos, assaltos, sem esquecer de mencionar da violência contra a mulher que acontece todas as horas e na maioria das vezes ao nosso lado, mas, fechamos os olhos e na maioria das vezes fica impune e não se faz nada!



Outro tipo que acontece todos os dias na nossa cidade de forma camuflada (e esta em minha opinião é uma das piores) é a violência contra os direitos dos adolescentes e principalmente das adolescentes, é visível e notório na noite soteropolitana menores bebendo, meninas menores se prostituindo e parece que a sociedade se acostumou com isso. É como se nossa consciência estivesse em estado de inércia, congelada ao ponto das atrocidades e barbaridades que acontecem ao nosso redor tivesse se tornado “normal”.

Aí está o perigo: O conceito de normalidade depende de cada um, então dessa forma a “violência” na cabeça de uma pessoa “doente”, contaminada pela falta de oportunidade, onde o “ESTADO DE DIREITO” lhes negou moradia, saúde e principalmente educação, onde esta pessoa tem uma história de vida enraizada na miséria e na pobreza principalmente a de conhecimento acaba se tornando um ser dentro de uma “normalidade doentia” que acaba gerando todos os tipos de violência, afinal nós somos produtos do meio em que vivemos, sendo assim acredito que se nossos governantes investissem mais em educação a violência poderia ser combatida. Afinal, o conhecimento liberta! No entanto, ponderemos: Para que investir em educação, pois se as pessoas tiverem conhecimento vão se conscientizar, se libertar e deixar de ser massa ignorante e de manobra de muita 'gente' por aí!



O Brasil é um país regido teoricamente pela democracia, políticas sociais e de segurança pública. Estas seriam as chaves principais no controle da criminalidade e de alguma forma poderiam ser iniciado um processo de erradicação da violência. Vamos batalhar, nos unir e cobrar dos nossos governantes medidas mais eficazes nas luta contra a violência no Brasil!

Daí, caro leitor, demos a nossa contribuição para o fim da Ditadura da Violência em nosso amado país! Vamos dizer não a corrupção, as forças opressoras das drogas dentre tantas outras pragas no jardim da Ordem e Progresso da nossa bandeira. Sejamos patriotas, cobremos do Governo o fim de tanta impunidade e corrupção. Pode ser que não vejamos a vitória desta nossa batalha, mas as gerações do porvir nos agradecerão,podemos esperar. Olorum a frente dos caminhos com sua bandeira de Paz! Até a próxima postagem!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Árvore, sinônimo de Vida, expressão de sentimento

Agora, faço-lhe um convite: Imagine-se sentado a sombra de uma árvore, degustando um de seus suculentos frutos, ouvindo o gorjear dos pássaros ao redor. A brisa fresca, o cheiro de mato. Num dado instante, por uma inspiração divina, resolva registrar tais sensações num pedaço de papel. Ah! … nada disso seria possível se não fossem... a existência das árvores! 

Estes seres vivos fantásticos, produzem frutos, proporcionam sombra, abrigam diversos animais - aves, insetos, anfíbios, répteis, mamíferos, fornecem madeira para os mais diversos usos desde a confecção de móveis até o produção de papel; embelezam nossos espaços de convivência - parques, praças, avenidas - protegem rios e nascentes; capturam CO2 e liberam oxigênio e por fim permite a nossa vida!

Ao longo da História, o homem pôde sobreviver e desenvolver atividades muito em função das árvores. Alimento, lenha, madeira, ar puro: essenciais para a vida em várias épocas. E até hoje é assim! Tudo isso ligado diretamente às árvores! Veja como elas estão presentes no nosso cotidiano e por vezes não nos damos conta de sua importância.

A vida na Terra, sem as árvores não seria possível. São muitos benefícios que elas nos trazem. Mas as árvores precisam ser cortadas e processadas para realizarmos muitas das atividades expostas acima. Acontece que muitas vezes o uso desse recurso tão importante é feito de maneira indiscriminada e excessiva. Alguns acham que as árvores são infinitas, o que não é verdade.

Não podemos apenas nos beneficiar delas: É preciso proteger e preservar os recursos naturais. E falo de preservar não apenas para manter a biodiversidade ou torná-las intocáveis. Falo de desenvolvimento sustentável, para o nosso próprio bem, para um uso consciente. A natureza sempre nos serviu e para que continue nos servindo é preciso agir em prol deste ciclo, uma simbiose entre o homem e o ambiente. Um ajuda o outro.

Mas o meio ambiente não se recupera sozinho? É claro que sim, é uma tendência natural! Mas com o nosso ritmo de exploração torna-se praticamente impossível pois mesmo com a desaceleração da degradação humana, sua recuperação pode levar décadas.

Logo, faça sua parte! Plante uma árvore! Tome essa iniciativa e garanta não apenas um futuro melhor, mas um presente bem vivido desde já!

Retomando a análise sobre estas 'produtoras de vida', veja como são nobres estes seres, filhas da mãe natureza: Produzem seu próprio alimento e o conduzem por todo seu corpo, como nosso sistema sanguíneo. Quando estão prontas para reproduzir a espécie, produzem flores, dão frutos e sementes, tudo num tempo de maturação único de cada espécie.

A noite, quando o sol se vai, suas folhas se fecham para adormecer. Crescem e se desenvolvem a partir das referências sensíveis ao ambiente em que vivem, desde sementes sabem a sua missão, a essência do que serão na vida.

Cada árvore é única na sua textura, cor, cheiro, folhas, flores e frutos, não tem frente e nem costas, crescem para todos os lados e continuamente, querendo abraçar e acolher todos que chegam à sua volta. Ela nos fornece alimento, ar, sombra e muitos materiais, com os quais podemos desenvolver incontáveis produtos aplicando nossa sabedoria e criatividade. Está sempre presente – como um símbolo maior, marcante e sábio. Acompanham nossas histórias, gerações após gerações, nunca se fazendo indiferente à presença do ser humano, ao contrário, sempre nos dando muito do que necessitamos. Porém, com o tempo, nós passamos simplesmente a tirar o que precisamos, sem medir as consequências do que deixaríamos para o futuro.

A humanidade aprendeu e cresceu muito pesquisando suas propriedades. As mais variadas religiões e culturas sempre valorizaram sua presença como ser vegetal de presença análoga à do homem. Desde pequenos sentimos e experimentamos as árvores em nossas vidas, mesmo que de uma forma inconsciente… Mas com a vida moderna das grandes cidades, nos transformamos em pessoas individualistas e fragmentadas criando uma cisão no nosso contato com a natureza.

A essência da beleza humana está protegida dentro da nossa alma, assim como uma semente que a árvore gera para se multiplicar. Todo nosso potencial e valores estão dentro dessa semente que temos que cuidar alegremente, dando condições para esses valores tão belos brotarem, crescerem e inspirarem… E podemos acessá-los através do cuidado, respeito e amor com outros seres da natureza! Olorum, criador do Universo e por consequência, criou nosso habitat, cabe a nós preservá-lo e deixar como legado as próximas gerações, portanto, sejamos raiz , cresçamos e nos ramifiquemos, demos frutos para a vida das gerações futuras! Olurum é vida, vivamos sob a sua Luz e orientação! Até a próxima postagem!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Alice, vamos acordar?

Apagam-se as luzes da Copa do Mundo de 2014. Vivemos os últimos dias do espetáculo que mobilizou nações mundiais de destaque, que depositaram nas chuteiras de seus representantes, as esperanças de serem consagrados como a melhor entre a melhores e regozijarem os louros da vitória. Foram gastos bilhões de reais na construção, em tempo recorde, de arenas que abrigaram as partidas e no embelezamento de seus entornos, sem falar nos rios de dinheiro gastos para esconder a poeira embaixo do tapete verde destes estádios. Vencemos o tempo, investimos pesado e cumprimos as exigências da FIFA. E vieram nossas visitas para a festa. Tudo lindo para todo o MUNDO ver.

Nós, brasileiros, esquecemos nestes dias de fantasia esportiva de que nosso povo morre nas portas do hospitais, em busca de socorro, que faltam remédios para os doentes carentes e que falta remédio para a maior doença que nos aflige: a ignorância que provoca a cegueira diante da situação caótica instalada na terra Brazilis em escolas que mal tem condições de abrigar aos estudantes. Os nossos trabalhadores que necessitam ir as ruas, abaixo de manifestos, greves e protestos para ter um aumento salarial, se transformam em foliões maquiados e vestidos com as cores da Nação, inertes e nervosos diante da tela da televisão a espera sofrida de pelo menos um gol para se sentir gigante, como proclama o nosso Hino.

Os brasileirinhos foram maquiados por seus pais e levados aos templos de adoração ao futebol, para tomar lições de patriotismo ao cantar o Hino Nacional e endeusar aos heróis que chutaram a bola e marcaram gols. Este é o exemplo de feito heroico e não o gesto de salvar vidas ou mesmo de defender a ordem e a justiça no dia a dia das ruas. Bem sucedido, é o jogador de futebol que ganha vultoso salário para jogar bola e enriquecer facilmente e num curto espaço de tempo.

É chegada a hora de voltar a realidade. Os convivas voltam as suas nações de origem. Findo o espetáculo, a poeira começa, lentamente a sair do seu esconderijo e volta a contaminar o ar. E , portanto, de se pagar as contas, rearrumar a casa e arregaçarmos as mangas. O que lucramos em sediar o certame? Belas Arenas? Esperemos para ver os balanços e quanto nos restou. Se houve lucro, em que estes irão ser gastos? São questões que virão a baila, junto com a poeria que poluirá o ar. Durante os dias de delírio, nada disso foi cogitado. E haja festa, haja comemoração, só o lado bonito dos acontecimentos. Sonho tem fim! Vamos espreguiçar, jogar uma água fria no rosto e ver que o dia amanheceu depois de trinta e três dias de sono.

MOSTRA SUA FORÇA, BRASIL! Vai as urnas, mostra que o tempo de cegueira acabou, dê um BASTA a tanta corrupção e tanta demagogia. Seu instrumento é o voto. É dele que você vai se valer. Não o desperdice nem o menospreze.Você é: 'Gigante pela própria natureza/És belo, és forte,/impávido colosso/E o teu futuro espelha essa grandeza/Terra adorada/Entre outras mil/És tu, Brasil/Ó Pátria amada!/Dos filhos deste solo, és mãe gentil!'

Volto a enfatizar que não sou contra a alegria, a competição saudável nem tampouco a prática do futebol, mas sim de deixarmos de lado, assuntos de maior urgência, pararmos toda Nação e darmos prioridade a coisas de menor importância.

Olorum é a Luz e a sombra dele devemos caminhar para atingirmos os nossos objetivos! Até a próxima postagem!

sábado, 5 de julho de 2014

Revendo a Copa do Mundo no País do Carnaval

Sempre é bom revermos nossas atitudes, atos e feitos. É uma maneira de amadurecermos e crescer espiritualmente, olharmos o objeto da ação com outros olhos, tomarmos outro ponto de observação e avaliarmos o quanto podemos acrescentar ao nosso conhecimento, seja em qual for a esfera.

Assim eu passo a fazê-lo, doravante no texto que se segue, baseado noutro(Copa do Mundo no País do Carnaval), escrito a quatro anos atrás, exatamente quando vivíamos a Copa do Mundo de 2010.

Em termos de progresso de nosso país, é com tristeza que reconheço que quase nada mudou. Vamos ao desenrolar dos fatos.

Desde a Copa Mundial de 2010, quatro anos se passaram. Agora, nós brasileiros, estamos em situação privilegiada, somos sede do certame futebolístico mais importante do Planeta! Nos enquadramos nos rigorosos padrões ditados pela FIFA e temos as mais lindas arenas! Sim! Arenas, não mais meros estádios de futebol. Templos absolutos da euforia e das disputas que consagrarão a mais absoluta das equipes 'boas de bola'. Estamos novamente, num tempo de comoção nacional e internacional. Nossas ruas estão pintadas de verde e amarelo, nós estamos vestidos também nas mesmas cores. Todos com o coração na mão, com os olhos vidrados nos televisores e não se fala noutro assunto a não ser a Copa do Mundo de Futebol  e em particular, na seleção do Filipão que nos representa no certame. Seus erros e acertos, na performance dos jogadores e até nas 'fofocas' dos bastidores. Apreensivas, nos dias de jogo da seleção,  pessoas atropelam-se nas ruas. Carros 'voam', velozes, para não se perder um lance do jogo. Tensão absoluta no trânsito que permitirá ou não que se chegue ao destino e poder assistir a(s) partida(s) do dia. A nada se dá mais importância que as possíveis vitórias da nossa Seleção. Coloca-se toda emoção nos pés daqueles, que num campo de futebol , entre dibles e passes possam nos trazer o título de Hexacampeões  do Mundo. Sonhamos com ele em 2010, choramos, enfartamos e até 'morremos' por não tê-lo conquistado. Será que 'desta vez, vai!?' Haja coração!!! Ora, são todos técnicos de futebol e julgam saber qual a escalação certa e o que deve ser ou não feito para atingir-se o objetivo maior da vitória e de goleada, nas partidas. Todos arriscam palpites de placares possíveis, mas sempre favoráveis ao da nação predileta: Amostra de sentimento nativista, coisa mais linda de se ver!

Todo esse amor pela nossa Pátria, me faz, novamente a refletir: Se canalizássemos uma pequena parte dessa energia para reivindicarmos de nossos governantes que se fizessem valer os nossos direitos de cidadãos, a exemplo de uma educação e saúde decentes para o nosso povo.  Gritando nas ruas com a mesma intensidade com se grita para comemorar um gol,  por combate a violência e a contravenção crescentes que vem dilacerando famílias e destruindo vidas. Creio que estaríamos numa situação mais privilegiada quanto a estas questões e a outras a estas relacionadas num Brasil melhor de se viver e propenso a crescer frente as demais Nações. Exemplo de um verdadeiro 'Gol de Placa'.

Se fossem construídos templos de culto a saúde pública e a educação, mesmo que não suntuosos, nada faraônicos, mas em número suficiente para atender a demanda da população, como também não faltassem medicamentos e nem profissionais para atendimento a estes. Aí sim teríamos motivo de comemorar, pois este seria o mais belo exemplo de vitória!

Por ter tido este instante de reflexão, isto não me tenha feito menos brasileiro que os meus demais compatriotas, maquiados nas cores da bandeira, a tocar 'vuvuzelas' e a brindar a cada gol da seleção de heróis com a bola no pé. Pois vale lembrar que além de brasileiro de nascença também sou BRASILEIRO de nome e me orgulho de sê-lo. Também vibro com as vitórias vindas do futebol, mas os convido a refletir e analisar esta ótica, pois tal comoção poderia ser melhor aproveitada se, pelo menos uma parte dela, se voltassem as causas sociais que tanto nos afligem. Os bilhões e bilhões gastos nos preparos para sediarmos a Copa do Mundo de 2014, fossem gastos para sanar nossas necessidades gritantes. Instalou-se no país um estado letárgico dos problemas que mais nos afligem, maquiados pelos furores das partidas de futebol. Acabado o certame, o que nos restará? Reza a lenda, que ficarão os lucros do comércio e do setor de serviços a exemplo, além das fabulosas arenas erguidas em tempo recorde, bem como das melhorias em seus entornos.

Acabado o desfile de amor patriótico e civilidade ao fundo musical do Hino Nacional, os olhos novamente se voltarão a nossa triste realidade de manifestações, protestos, greves de inflação galopante, ou seja, a realidade brasileira, mesmo que com o Caneco do triunfo numa mão, mas com a cuia vazia na outra.

Gostaria de enfatizar que não sou contra a conquista do Hexa, nem tampouco contra a festa da Copa do Mundo, mas aprendi que devemos festejar quando dispomos de dinheiro para bancar, livre do capital destinado as despesas básicas. Despertemos, portanto, para realidade e lutemos por nossos direitos. Nossa arma? O voto! Juntos, somos fortes, diria mesmo que imbatíveis! A União faz uma Nação! Olorum, Nosso Pai, sempre nos acompanhe a cada dia de nossas vidas! Até a próxima postagem.

domingo, 8 de junho de 2014

Praticar o Bem é Bom Para Quem!?

Uma das formas de edificarmos o espírito, é prática do bem. Não só entre nós, seres humanos, como também entre os outros elementos do Universo, desinteressada e espontaneamente, traz-nos uma sensação de bem estar e de comunhão com o meio ambiente. Faz-nos sentirmos úteis e necessários. É a pratica da Caridade, no seu sentido mais amplo.
Expressão maior de Caridade, foi a soteropolitana, Irmã Dulce. A Dulce dos Pobres, que dedicou sua vida ao socorro dos necessitados, construindo uma notória Obra de Caridade, com repercussão internacional, em solo baiano.
Existem várias formas de ser caridoso, e nem sempre o dinheiro está envolvido. Pode se ajudar com palavras, dando conselhos úteis,ou ainda com o seu silêncio, ouvindo a quem precisa desabafar, muitas vezes uma frase muda o curso de uma vida e isso vale mais do que uma esmola. A verdadeira caridade é ajudar o outro a se ajudar, a ser capaz de resolver seus problemas, e encontrar sua solução.
E é claro, ajudar os animais abandonados, respeitar a natureza, não deixando que as pessoas destruam tudo que está a nossa volta, até reciclar o lixo é um gesto de caridade às futuras gerações e ao planeta.
Existem diversos tipos de caridade inútil à quem faz e outras até prejudiciais à quem recebe e que portanto, não edificam o espírito e nada pontuam diante do Altíssimo. Alguns exemplos:
1) A caridade por vaidade, aquela que a pessoa faz para aparecer socialmente.
2) A caridade feita sem nenhum sentimento, aquela que a pessoa dá por dar, porque tem sobrando.
3) A caridade humilhante, aquela que é feita com alarde e identificação pública do beneficiado, ou aquela que a pessoa faz sem sequer olhar na cara do necessitado.
4) A caridade viciante, a mais comum e prejudicial de todas, que é aquela que se faz sem a correta avaliação da necessidade alheia, para quem não precisa realmente. Aquela que vai incentivar a mendicância como meio de vida.
5) A palavra dita em hora errada. Um elogio e até mesmo a crítica podem ser atos de caridade, desde quando feitas de forma realmente construtiva e no momento adequado.

Então até para ser caridoso é preciso sentimento nobre aliado ao bom senso, ou seja, é realmente necessário a transformação interior, caso contrário a caridade pouco significado terá diante das leis de harmonia universal, ou aos olhos de Deus, para quem prefira dizer dessa forma.
Você já fez uma boa ação hoje? Antes de responder a essa pergunta, pense numa coisa: O que é uma boa ação? Somente oferecer um prato de comida a quem tem fome (Caridade material) — essa ação também é muito importante, claro — ou também é ofertar uma palavra de conforto a quem sofre (Caridade Espiritual)?
Na Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo acreditamos que Caridade deve ser compreendida como uma ação benéfica que impacta nas urgências materiais e espirituais do ser humano. É "sinônimo de Amor", porque ultrapassa o sentido de piedade, de oferecer um alimento para se ver livre de quem pede. Esse conceito amplo atende pelo nome de Caridade Completa.
A partir desse raciocínio, todos os campos da sociedade devem ter sua finalidade embasada pela Caridade: Religião, Política, Esportes, Arte, Cultura, Ciência, etc. "Caridade não é o simples ato de dar o pão, é principalmente o que mantém a nossa Alma viva. É o sentimento que afasta de nós a grosseria, portanto, lança luz à nossa inteligência e nos impele a construir um Brasil melhor e uma Humanidade mais feliz!".
Tal perspectiva é inspirada na doutrina prática de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista, que, desde sua primeira vinda visível ao Planeta Terra, curou cegos, paralíticos, leprosos e pessoas com diversas outras enfermidades do corpo e da Alma. Para o completo restabelecimento, o Religioso Celeste indicava ao mundo a cura para o Espírito, trazida por Ele próprio por meio de vários ensinamentos, dentre os quais destacamos esse versículo: "Eu sou o Pão Vivo que desceu do Céu. Se alguém dele comer, viverá eternamente" (Evangelho do Cristo Ecumênico consoante João, 6:51).
Logo,o conceito de Caridade vai além de saciar as necessidades físicas e orgânicas do ser humano. Ao se entender que a Caridade em sentido abrangente deve guiar as ações humanas em todas as áreas do saber, é necessário se preocupar, então, em suprir principalmente as carências morais e espirituais das criaturas.
Na atual conjuntura, temos um certo receio em praticarmos o bem ao nosso semelhante, sermos mal interpretados e termos que arcar com prejuízos. Sermos até acusados injustamente de cometermos algum crime ou algo que o valha, como dar socorro a alguém acometido de um mal súbito no meio da rua, ou vítima de um atropelo. Levar a vítima a um Pronto Socorro, implica em assumir a responsabilidade sobre ela, ampará-la e assisti-la até que apareça uma pessoa que se responsabilize por ela. Talvez, daí venha o receio de socorrer a quem precisa de um auxílio imediato. Vivemos o tempo do instantâneo.
Caro amigo internauta, pratiquemos o bem ao nosso semelhante, seja ele quem ou o que for. Pois isso reverterá em bençãos. É a Lei da Reciprocidade. Mas, o faça de 'coração aberto': caso contrário de nada valerá, pois poderá ser até de efeito maléfico. Também, convém lembrar que ser prudente é sábio! Olorum sempre a frente de nossos passos! Até a próxima postagem! Abraços!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

BORA BRASIIIIIIL!

O Brasil prepara-se para sediar um dos mais importantes eventos esportivos dos últimos tempos: A Copa Mundial de 2014. Há tempos que não se vê tanto sentimento de Natividade, na 'terra Brasilis'. As lojas vestem-se de verde e amarelo. No 'efeito cascata', enfeitam também aos compradores com as mesmas cores. Vale de tudo: cópia do uniforme oficial da seleção, perucas, cornetas, fitas e toda espécie de tralha nas cores da bandeira. A nação brasileira é apaixonada por futebol e tem em cada nativo um técnico em potencial que sempre sabe qual a melhor escalação para vencer o campeonato, sem falar que também são juízes de futebol que arbitram melhor as partidas que os próprios profissionais. Desbafam suas frustações e tristezas num grito de GOL, ao ver a bola entrar na rede adversária, por tantas vezes de forma suada, sofrida e tensa. Quantos são os que não enfartam ao ver o insucesso do time querido e o pior ?… quando da ovacionada seleção brasileira?
A Nação vai parar. Nas cercanias de cada arena que vai abrigar cada jogo, diante de cada tela de TV ligada numa vitrine, em cada rua enfeitada por onde passar o cortejo que levarão os heróis da bola que definirão a sorte de seu país no certame. Nada mais importa, é hora de torcer, comemorar ou lamentar o último jogo da seleção. Haverá correria nas ruas, afinal, têm-se que chegar em casa antes do jogo começar, não se pode perder nem um lance. Silêncio tenso e sepulcral. É hora do jogo, meu povo! VAMBORA FILIPÃO! 'Prá frente BRASIL!',' AVANTE TORCIDA BRASILEIRA,' SOU BRASILEIRO ,COM MUITO ORGULHO, COM MUITO AMOR!'. Declarações amorosas se desatarão aos quatro cantos de caras pintadas ou não. 'BRASIL, MINHA P...'.
Gastou-se milhões com a infraestrutura da festa. Estádios foram reformados. Ruas recapeadas. Serviços de hospedagem melhorados para receber os torcedores visitantes. A segurança redobrada. Tudo conforme exigido pelos padrões da FIFA. Não podemos 'fazer feio' para o mundo, os holofotes estarão todos voltados para nós. O importante é que a dias da reta final dos preparativos estamos nos arremates das providências. 'Vai rolar a festa!'
Enquanto isso, nos bastidores, junto com a poeira, embaixo do tapete, crianças e jovens não tem um lugar digno para estudar, arrebentam-se, greves e manifestos por todo país, impunidade a crimes cometidos por políticos e inércia por parte dos governantes frente a inflação galopante e assustadora assolam o país. A arrecadação dos pesados impostos pagos por nós, embolsados, escancaradamente por pessoas inescrupulosas. Tudo issoe muito mais, ocultado pelo clima da copa do mundo, com a premissa de que este 'investimento' nos trará além da honra de cediar o evento, melhorias nas cidades cede dos jogos. Nesse ponto até que podemos medir a força do evento que fará um trecho do menor metrô do mundo funcionar em Salvador nos dias de jogo, depois de anos e anos de construção! Aí, é mesmo louvável! (risos)
Ah! Como seria bonito se com a mesma intensidade da vibração do tão anseado gol, reivindicássemos providências para nossas escolas desprovidas de condições descentes de funcionamento, que fossem punidos os corruptos que nos roubam descaradamente. A saúde fosse uma das prioridades dos governantes, não deixando tantas pessoas carentes morressem a míngua a porta dos hospitais implorando por socorro. A violência que prende o cidadão de bem em suas casas, não permitindo que estes possam ir até uma padaria para comprar o próprio alimento, fosse combatida e estancada. Vitórias que poderiam ser comemoradas com louvor!
Assim como nos vestimos de verde e amarelo para torcer na partida de futebol, usássemos os alegres uniformes de guerra para irmos as ruas para reivindicarmos os nossos direitos, dizermos NÃO a policalha instalada no país, esse sim seria um espetáculo grandioso!
Meu bom e caro leitor, peço desculpas pelo desabafo e quero dizer também que não sou contra o evento da Copa do Mundo, mas sim de fecharmos os olhos as necessidades gritantes do nosso querido país em função de um período de euforia passageiro que não nos trará resultados imediatos.Convido-os, portanto, a reflexão e a razão. Devemos gastar com o que é supérfluo, quando estamos em condição emocional e financeira para tal e não quando incentivados por forças externas como a da mídia. A paixão é insana, o amor é racional e verdadeiro. Tenhamos amor pela nossa Nação e reservemos as paixões apenas para colorir a vida, quando for possível.
A paz de Olorum em nossos corações! Até a próxima postagem!

sábado, 10 de maio de 2014

O Brasil... o país do futuro?

O Brasil é o país do futuro! Afirmava a maioria dos brasileiros nas décadas de 60 e 70. Tínhamos tudo para realizar a profecia: Uma população enorme, jovem e criativa; um sistema educacional de qualidade; muita terra produtiva adequada à agricultura e pecuária; Água, minerais e biodiversidade abundantes; Uma industrialização precoce (comparada à da China e Índia); Infraestrutura bastante decente para um país terceiro-mundista. A cada ano, todos ficavam cheios de otimismo e expectativa, mas o Brasil continuava decepcionando um governo após o outro, seja pela inflação galopante ou pela restrição às liberdades civis.

É notório que profundas mudanças estão ocorrendo no país e, principalmente, na mentalidade das pessoas. Então, depois de quase 40 anos de promessas, teria o Brasil realmente amadurecido e convertido o sonho em realidade? Há ainda muito trabalho a ser feito. Inflação controlada, política econômica racional, ascensão da classe média e a explosão do mercado de commodities, estimulado pelo crescimento da China, têm colocado o Brasil nos holofotes do mundo, e ao mesmo tempo, mascarado os problemas estruturais. Sérias reformas terão que ser feitas para que nos orgulhemos de estar no time de países com chances de ser desenvolvidos, como Chile, Coreia do Sul e até mesmo China. Caso contrário, nosso destino poderá ser o mesmo da Venezuela, Rússia ou Grécia, que fizeram bonito um dia, mas deixaram a oportunidade escapar por entre os dedos.

Na nossa bandeira está escrito: Ordem e Progresso. Contanto, presenciamos um momento de total desordem e um progresso a perder de vista, sendo necessárias reformas para destravar o crescimento do Brasil e deixá-lo em ponto de bala para realmente prosperar e chegarmos ao tão alvejado futuro cantado em verso e prosa.

Olhando o campo da Educação, no ensino fundamental, o nosso nível de conhecimento de ciências, matemática e português é um dos mais baixos do mundo. No recente teste Pisa aplicado pela OCDE, o Brasil aparece em quinquagésimo terceiro lugar. Os estudantes de Xangai foram os primeiros. Em termos de ensino superior, o Brasil forma hoje muito mais jovens que antigamente. Incrivelmente, mais advogados saem de nossas universidades que em todos os EUA. E mais médicos que em toda a Europa Ocidental. Embora quantitativamente tenhamos tido progresso, percebo que a qualidade do ensino caiu vertiginosamente.

Temos universidades deterioradas pela incompetência e ideologia equivocada. A maioria dos professores que temos, mesmo os doutores, são acomodados e são contra a iniciativa privada. Estão ultrapassados pela velocidade da informação na era da internet e do capitalismo. Por se sentirem ameaçados, lutam para continuar com o modelo arcaico vigente, prejudicando milhares de estudantes todos os anos. Temos gente competente, mas muitos precisam ir ao exterior para brilhar. Há algo errado no sistema e basta dar um pequeno giro em universidades dos EUA, Chile, Cingapura ou China para vermos o quanto perdemos o bonde em termos de qualidade de ensino e pesquisa. Dinheiro só não resolverá o problema, é preciso uma mudança de mentalidade rumo à meritocracia e a aceitação da iniciativa privada para financiar projetos importantes. Caso isso não aconteça urgentemente, o Brasil não terá talentos suficientes para gerir o país a partir de 2030 e aí teremos desperdiçado uma geração inteira de jovens talentos.

Nós brasileiros, ainda sofremos de um complexo de inferioridade e falta de visão em relação ao futuro. Alimentados por referências de políticos incompetentes e muita corrupção no setor público e privado, a convenção vigente é que devemos pensar a curto prazo. Aeroportos são feitos para durar e suprir a demanda por cinco anos e não 50! As estradas duram apenas um ano, pois assim reparos de emergência alimentados por interesses escusos podem prosperar no negócio da “manutenção”.

Não há incentivos e nenhum plano de longo prazo para reverter a saída de cérebros para empresas privadas e universidades em outros lugares do mundo, como se passou nas décadas de 80 e 90. Nossos maiores cientistas estão fora do Brasil. Querem voltar, mas ainda é dificílimo fazer ciência de qualidade no Brasil.

Se essa mentalidade superficial e colonial persistir, perderemos a oportunidade novamente. Precisamos de um líder para mostrar o caminho de como se fazer muito com pouco, e mudar a mentalidade da classe política e empresarial. Mesmo assim, qualquer trabalho nesse sentido demorará uma geração para chegar a um nível aceitável, como ocorreu na China, Chile ou Cingapura. Infelizmente, não há como fazer milagres.

É estarrecedor que um país emergente pague 36% do seu Produto Interno Bruto em impostos. O que dá vazão a pensarmos que deve ter algo bastante desafinado na máquina pública. Aqui, a produção é taxada, não o consumo. Não é possível companhias multinacionais serem geradas aqui organicamente em setores de alta tecnologia e valor agregado. Um Google, com alcance mundial, não seria possível em solo nacional, seja por falta de mão de obra qualificada ou porque teríamos custos proibitivos. Hoje, contratar engenheiros de software no Canadá e no miolo dos EUA, com mais experiência, é mais barato do que contratá-lo em São Paulo, devido aos impostos que incidem sobre a folha de pagamento, que podem chegar a 80%, 100% do salário. Então, alguém que ganha R$ 10 mil custaria R$ 20 mil para a empresa. Isso são US$ 12 mil ao mês. Concluímos, caro leitor, que impostos altos mascaram e financiam a incompetência de nossos administradores e a passividade do povo.

O nosso Sistema jurídico? Um misto de caos, plutocracia e subjetividade. Pergunte a qualquer homem de negócios para lhe contar histórias de horror relativas ao sistema jurídico. Geralmente, elas findam com uma dose de corrupção. Criminosos confessos fora da cadeia e processos que demoram 20 anos não ajudam a saciar a sensação de impunidade. E isso está custando caro ao país.

Não é falta de leis, o Brasil tem algumas das melhores do mundo. O problema é o cumprimento delas e o draconiano sistema de recursos de advogados bem pagos que exploram as fraquezas do sistema. Está na hora de sermos mais eficientes. E temos urgência.

E para terminar, claro, vale dizer que tudo isso só acontecerá depois de uma reforma no sistema político. Precisamos de melhores líderes, compromissados com o país. Estamos cansados de falsas promessas, de esperamos por esse tão falado futuro e com a vinda dele, a melhora de vida de uma população cada dia mais oprimida, que sofre com a falta de condições mínimas de vida. Chega de tanta impunidade e inércia por parte dos nossos governantes. Vamos reivindicar nossos direitos, sermos respeitados como pessoas e, acima de tudo, como cidadãos.

Caro leitor, promessas de melhora não levam ao progresso, mas sim, atitude e consciência!

A Paz de Olorum sempre na nossa trajetória de vida! Até a próxima postagem!

Quem sou eu

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Pedagogo por formação, terapeuta holístico cuja mediunidade aflorou aos 5 anos de idade e desde então vêm crescendo na sua trajetória de vida voltando-se aos estudos da espiritualidade. Alia a mística e a ciência para ajudar a aqueles que o procuram para auxiliar na transposição de obstáculos que a vida a eles impõe.

Além de terapeuta holístico (registrado na Ordem dos Terapeutas Holísticos do Brasil, sob cadastro OTH015), numerólogo, também é adepto do Candomblé e tem como Orixá Iansã, Deusa dos Raios, a qual é regente da vida dele: “Em Iansã, deposito toda fé e confiança! “ – palavras de Alyryo.

Aqui, ele esclarece sobre aspectos desta Entidade, através de artigo publicado na revista 'A História dos Orixás' páginas 50 a 52(Clique aqui para acessá-las).

Aqueles que tiverem dúvidas, curiosidades ou mesmo questionamentos sobre assuntos inerentes a:

Numerologia,

Cartomancia,

Jogo de Búzios(IFÁ),

Psicanálise Holística,

Terapia de Vidas Passadas(TVP)

Poderão dirimi-las em contato direto com este médium-vidente pelo e-mail:'alyriobrasileiro@yahoo.com.br'ou pelo tel: (71) 8158.4582 sendo estes também os contatos para marcação de consultas
( que também podem ser feitas por telefone)

Ao Internauta:

Este blog é um canal aberto entre mim e o público em geral. Para que possamos nos comunicar e discutir sobre temas vários como o Candomblé, religião da qual sou adepto a 27 anos.
Nele também estão postadas reportagens feitas comigo pela imprensa baiana e paulista aos quais falo um pouco sobre o meu trabalho como terapeuta e como médium, além de contar como tudo começou já na minha infância.
Espero poder contar com a colaboração de todos os internautas que o acessarem deixando seus comentários sobre as minhas postagens para que possamos crescer juntos em experiências e fazer novas amizades.
Em tempo, convido aqueles que desejarem conhecer mais sobre o meu trabalho que façam contato pelas vias aqui divulgadas.
Enfim, que este seja nosso ‘espaço virtual’ onde poderemos manter contato e estreitarmos nossos laços de amizade! Sejam todos bem vindos!"

Obrigado Amigos! Ultrapassamos a marca dos 1.000 acessos!

Ultrapassamos a marca de 1.000 acessos ao nosso Blog! Dado este pontuado desde o seu lançamento em Junho de 2010 e nesta oportunidade gostaria de agradecer o apoio de todos os que o acessaram e que nos deram retorno das postagens que realizei durante o período.

Fico muito feliz com a aceitação do trabalho, o que me estimula a prosseguir usando este canal de comunicação com o mundo, onde posso expressar minha ideias e opiniões ao tempo em que também me possibilita saber o que pensa o público que me procura tanto presencial quanto virtualmente. Fora a oportunidade de falar sobre a minha religião o Candomblé, da qual sou adepto a 27 anos na qual ponho toda fé e dela me considero um instrumento de ajuda para aqueles que dela tanto necessitam.

Gostaria que me enviassem sugestões de temas que vocês gostariam de ver comentados por mim no blog e que também me ajudem a divulgar a existência desta nossa via de comunicação.

Mais uma vez agradeço as visitas, críticas e sugestões: através destas é que crescemos e aprendemos sempre! Que Olorum ilumine os nossos caminhos!

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